O Primeiro-Ministro José Sócrates convidou o Papa Bento XVI a visitar Portugal.
Muito bem, senhor Primeiro-Ministro! Também pode vir cá ao blog sempre que lhe apetecer, mas calculo que nem sempre lhe seja muito agradável. Aqui defendemos a vida, a economia de mercado, e a liberdade de prestações à segurança social.
<<< O Rectângulo >>>
Há coisas que se passam neste rectângulo que não nos deixam indiferentes. Algumas revoltas, inquietações, e desejos... O que queremos de Portugal? Uma Nação desenvolvida e moderna? Ou preferimos apostar em modelos que provaram não ser eficazes no século passado? Queremos democracia ou ditadura do proletariado? Queremos economia de mercado ou socialismo? Queremos direitos humanos, ou humanos sem direitos?
4.27.2005
4.26.2005
3 notas "à Professor Marcelo"
4.24.2005
Segurança Social
UM ASPECTO POSITIVO:
UM ASPECTO NEGATIVO:
Interpelações... (I)
Por que é que temos medo de deixar que o Amor entre totalmente dentro de nós? Não teremos medo de nos abrirmos totalmente ao Amor, e de que Ele nos tire algo das nossas vidas?
E, por acaso, já pensámos que assim podemos estar a deixar para trás algo grande, único, que torna a vida mais bela? Não corremos o risco de cairmos logo na angustia e de nos vermos privados da verdadeira Liberdade?
Quem deixa o Amor entrar não perde nada, absolutamente nada! Só se ganha uma vida livre, bela e grande!
Só com o verdadeiro Amor se abrem as portas da vida. Só com o verdadeiro Amor o ser humano fica, de facto, mais Humano. Só com o verdadeiro Amor experimentamos o que é belo e o que nos liberta.
Por isso é que alguém hoje me disse com grande força e grande convicção para não ter medo do Amor! Ele não tira nada. Pelo contrário, Ele dá tudo! Quem se dá a Ele, recebe cem vezes mais.
E, para mim, o Amor tem um rosto...
4.22.2005
Ainda estou estupefacto com a humildade com que este homem se apresentou aos cristãos de todo o mundo:
4.20.2005
Habemos Papam!
A Igreja está em festa! Temos Papa, Bento XVI. Gosto dele como gostaria de qualquer outro que fosse escolhido.
O Papa Bento XVI é um homem de grande sabedoria e conhecimento. Um homem que trabalha para o Senhor. Lembro-me bem da sua homília no funeral do Papa, da maneira de como as suas palavras tocaram o meu coração e os de milhões e milhões de pessoas.
Na varanda da Basília pediu que rezássemos. Assim faremos certamente: para que nunca lhe falte fortaleza e sabedoria como Papa e como Pastor da Igreja Católica.
4.16.2005
Estou contente!
No dia 5 de Abril escrevi, neste mesmo blog:
"As Nações Unidas começam a ficar caducas e incapazes de impedir conflitos. (...) independentemente do papel que cada um de nós queira dar às Nações Unidas, é verdade que estas merecem uma reestruturação.
A reforma das Nações Unidas e do Direito Internacional Público é, de facto, urgente.
Compete à comunidade internacional decidir se este momento é presságio de conflitos mais generalizados, de desigualdades mais profundas, e da erosão do Estado de direito, ou se, pelo contrário, podemos aproveitar para renovar as instituições mundias (nomeadamente, as Nações Unidas) em prol da paz, da prosperidade e dos direitos humanos."
Hoje, no dia 16 de Abril, encontrei esta notícia.
Não sou eu que sigo Condoleezza Rice...
4.15.2005
Prioridades de esqueda VS Prioridades do País (II)
Parece-me bem. Só estranho a falta de propostas que promovam o Crescimento da Nossa Economia!
O País continua a precisar de:
- Ajustes fiscais, sobretudo a baixa no IRC;
- Medidas que afastem definitivamente a recessão;
- Condições para que os Portugueses possam explorar novos mercados no estrangeiro;
- Combate à criminalidade de colarinho branco;
- Economia mais saudável e próspera, que leve à criação de empregos para os Portugueses.
Portugal precisa de crescer! É nisso que temos de apostar. Estamos todos à espera...
4.14.2005
Prioridades de esquerda VS Prioridades do país (I)
É curioso ver como das primeiras coisas de que a esquerda se lembra é do aborto, sobretudo quando Portugal está à espera de:
- Reforma da Segurança Social para as Futuras Gerações de Portugal;
- Protecção às Famílias Portuguesas, e Promoção de verdadeira Solidariedade em todo o País;
- Aumento da Segurança Nacional com acções decisivas no combate ao terrorismo e à grande criminalidade;
- e, fundamentalmente, Crescimento da Nossa Economia, e Reforma das Instituições;
4.13.2005
O Portugal que eu quero (I)
- Crescimento da Nossa Economia, e Reforma das Instituições;
- Reforma da Segurança Social para as Futuras Gerações de Portugal;
- Protecção às Famílias Portuguesas, e Promoção da Solidariedade em todo o Território;
- Aumento da Segurança Nacional com acções decisivas no combate ao terrorismo e à grande criminalidade;
4.11.2005
(Falta de) Saúde Socialista - I
Aplaudo. É uma boa medida, mas ainda assim longe (muito longe) de uma verdadeira reforma do Sistema Nacional de Saúde.
Já agora, só falta que o Estado contribua os medicamentos conforme o rendimento das pessoas.
É lamentável que a comparticipação seja a mesma para quem pode comprar os medicamentos que quiser, e para aquelas pessoas que fazem um grande sacrifício para comprar os remédios de que necessitam para sobreviver.
Não se percebe. Por que razão muda o Governo de SA's para EPE's sem criar a comissão antes dessa alteração?
Um dia destes, falar-vos-ei sobre o caminho para a saúde em Portugal.
Para mim, é inaceitável que os ricos tenham duas alternativas (privado ou público) e que os pobres sejam obrigados a passar horas para marcar uma consulta que só terá lugar meses depois, na qual ficará assente uma cirurgia pela qual teremos que esperar anos!
Quem ganha menos deve ter tendencialmente a mesma liberdade de escolha dos serviços de saúde, do que quem ganha mais.
4.10.2005
Funeral de João Paulo II
Tenho recebido algum feedback de leitores deste blog, reclamando que tenho escrito muito sobre o Papa João Paulo II: demasiado até.
Acredito, mas a verdade é que na sexta-feira passada, foram muitos os Chefes de Estado, foram muitos os representantes de várias confissões religiosas, foram 4,5 milhões de pessoas em Roma, foi a cerimónia mais vista de sempre pela televisão... Por muito que custe, vivemos tempos históricos.
Na sexta-feira, cinco milhões de pessoas (o equivalente a metade de Portugal) esteve em Roma para assistir ao funeral do Papa João Paulo II. As cerimónias serviram para lembrar de forma poderosa e impressionante o impacto que o Papa teve no nosso mundo. Agora, o mundo prestou tributo a um bom e Santo homem.
Durante aproximadamente três decadas na Cadeira de São Pedro, este Papa levou uma mensagem de Fé, de Esperança e de Amor e liberdade aos vários cantos da Terra. Na passada semana, milhões de pessoas de todo o mundo retribuiram a generosidade do Papa com uma tremenda onda de afecto que transcendeu diferenças de nacionalidades, línguas e religiões.
O chamamento à verdadeira liberdade que definiu este papado foi furjado nas suas experiências de vida pessoais. O Papa João Paulo II veio à Terra durante a ocupação Nazi na sua querida Polónia, e fugiu à Gestapo para poder frequentar um seminário clandestino. Mais tarde, quando se tornou no mais jovem Bispo da Polónia, deparou-se frente a frente com o outro grande totalitarismo do século XX: o Comunismo. Rapidamente ensinou aos chefes comunistas em Varsóvia e em Moscovo que a Verdade e a moral tinha legiões com uma força superior às das suas armas e às das suas polícias secretas.
Essa convicção moral deu ao homem de Cracóvia uma confiança que inspirou milhões de pessoas.
Em 1978, quando se deparou com a multidão diante a Basílica de São Pedro a aclamar o seu novo Papa, a praça estremeceu com as suas palavras "Não Tenhais Medo".
Em todos os sítios por onde passou, o Papa pregou que a chamada à verdadeira liberdade é para todos os membros da família humana porque o Criador da Vida inscreveu-a na nossa natureza humana.
Muitos no Ocidente subestimam a influencia do Papa. Mas aqueles que estavam para lá da Cortina de Ferro percebiam melhor, e nem o Muro de Berlim conseguiu deter a força do Papa Polaco.
O Papa tinha um especial afecto por Portugal. Durante as suas três visitas ao nosso país, falou da "Terra de Santa Maria", que tinha de ter um papel importantíssimo na propagação da Liberdade e da Verdade por todo o mundo, em especial do mundo que fala português.
O seu amor a Fátima ajudou as pessoas de todo o mundo a olhar para Portugal com carinho e respeito. E desafiou Portugal a viver sempre com os olhos em Cristo e em Nossa Senhora.
Em todas, mas todas, as suas viagens, João Paulo II pregou que até os que parecem menos terem sido criados à imagem do Criador, merecem que todos trabalhemos para uma sociedade onde os mais vulneráveis tenham em nós ajuda e protecção.
E no seu próprio exemplo corajoso com que encarou a doença e o sofrimento, ele mostrou-nos o caminho para um cultura da vida onde a dignidade de toda a pessoa humana é respeitada, e onde a vida humana em todas suas fases é honrada e estimada.
À medida que o Papa ia ficando fisicamente mais fraco, a sua relação espiritual com a juventude ficava cada vez mais forte. Reuniram-se em torno dele nos seus momentos finais, juntando-se no lado de fora da sua janela para rezar, cantar e acender velas.
Pela sua vida, o sacerdote polaco que se tornou Bispo de Roma foi aclamado Santo, na passada sexta-feira.
4.05.2005
Nações Unidas - um conceito mais amplo de liberdade
As Nações Unidas começam a ficar caducas e incapazes de impedir conflitos. Da última vez que isso aconteceu com a Sociedade das Nações, o resultado não foi muito positivo.
Na verdade, independentemente do papel que cada um de nós queira dar às Nações Unidas, é verdade que estas merecem uma reestruturação.
A reforma das Nações Unidas e do Direito Internacional Público é, de facto, urgente.
Compete à comunidade internacional decidir se este momento é presságio de conflitos mais generalizados, de desigualdades mais profundas, e da erosão do Estado de direito, ou se, pelo contrário, podemos aproveitar para renovar as instituições mundias (nomeadamente, as Nações Unidas) em prol da paz, da prosperidade e dos direitos humanos.
Chegou o momento de passar à acção. A liberdade merece ter um conceito mais amplo e generalizado. Está nas mãos dos Chefes de Estado e de Governo de todo o mundo. É possível e está ao seu alcance actuar nesse sentido. Se começarem agora, poderá surgir uma mudança de fundo para o nosso mundo com visão de futuro.
Quem puder falar, fale... e fale bem alto!
Algures no meio da saudade, já com o conclave na cabeça, e com o próximo Papa no coração, queria partilhar a coragem necessária para haver mais Verdade.
Nos nossos dias, temos todos um grande desafio que, infelizmente, está de cada vez mais difícil concretização: manter uma comunicação social verídica e livre, que contribua para consolidar o progresso integral do mundo.
De facto, hoje já podemos verificar que as tecnologias modernas tiveram a virtude de aumentar de maneira impressionante a velocidade, a quantidade e o alcance da comunicação...
Mas há muito para fazer! Temos de aproveitar a comunicação social para manifestar mais respeito por quem nos assiste, compreendendo a situação e a necessidade das pessoas, estimulando a solidariedade pelo seu sofrimento, e fazendo uma resoluta determinação de dizer às pessoas o que elas precisam de ouvir sem imposições nem constrições, engano nem manipulação.
Todos aqueles que estão comprometidos na comunicação social, os políticos, os comunicadores profissionais, e até os espectadores têm responsabilidades definidas. Que ninguém minta, que se diga a verdade às pessoas, e que se oiçam palavras boas e edificantes.
Às vezes, tenho a sensação que os intervenientes no mundo da comunicação têm medo de dar a conhecer a (sua) verdade, as suas ideias.
4.03.2005
João Paulo II (III)
Papa João Paulo II
Ontem, a Igreja Católica perdeu o seu pastor, o mundo perdeu um lutador pela liberdade humana, e um servo de Deus bom e fiel foi chamado a casa.
O Papa João Paulo II deixou o trono de São Pedro da mesma maneira com que ascendeu até ele: como um exemplo de dignidade da vida humana. Na sua Terra Natal Polónia, o seu testemunho provocou uma verdadeira revolução democrática que se expandiu pela Europa de Leste e que mudou o curso da História.
No Ocidente, João Paulo II lembrou-nos da nossa obrigação de construir uma cultura de vida, na qual os fortes protegem os mais fracos. Nos últimos anos, o seu testemunho tornou-se ainda mais poderoso, através da coragem diária com que enfrentava a sua doença e o seu grande sofrimento.
Todos os Papas pertencem ao mundo, mas os portugueses e os jovens têm especiais razões para gostar do homem que veio de Krakow.
Nas suas visitas ao nosso país, o Papa referiu-se ao nosso rectângulo como "Terra de Santa Maria", importantíssima na difusão da cultura para os países que falam português.
Quanto aos jovens, referia-se a eles no dia anterior à sua morte: "Procurei-vos por todo o mundo, e agora vêm ter comigo. Obrigado."
O Papa João Paulo II era, ele próprio, uma fonte de inspiração para milhões de Portugueses e de jovens, e para tanta e tanta gente espalhada pelo mundo. Eu, pessoalmente, vou ser lembrar o humilde, inteligente e corajoso sacerdote que se tornou um dos maiores líderes morais da história. Temos todos de agradecer a Deus por nos ter mandado tão grande homem, um filho da Polónia, que se tornou Bispo de Roma, e um exemplo para as gerações.
João Paulo II (II)
4.02.2005
João Paulo II (I)
Enquanto o Papa está em agonia, milhões de pessoas em todo o mundo continuam a rezar por este homem de fé, que só ambiciona servir a Deus e a Igreja.
Um exemplo de alguém que defende a dignidade humana e a liberdade.
Um Santo... digo eu.
Santo
O Papa João Paulo II é indiscutivelmente um homem de fé, um incansável servidor de Deus, e um lutador pela dignidade humana e pela liberdade.
Ele é, por isso e por muito mais, um exemplo e uma inspiração para todos nós: crentes e não crentes; cristãos e não cristão.
Como muitos milhões de pessoas por todo o mundo, também eu rezo pelo Santo Padre.






